A patroa teve que chupar o cu da empregada negra

Uma estorinha de dominação e humilhação com uma inesperada inversão de papéis no sexo interracial lésbico.

Vai mais ou menos assim: a madame afrescalhada foi dar um esporro em sua funcionária do lar.

E como bom sexo interracial, mesmo que lésbico, a cena é carregada de valores que vão muito mais além do sexo.

Preconceito. Racismo. Status social.

A boa notícia é que Chelsie e Erika Vuitton são ótimas atrizes e fazem tudo isso funcionar nesta estorinha de inversão de papéis.

Pois de repente, a relação se inverte.

A patroa, que antes era dominadora e autoritária, pouco a pouco se vê seduzida pela empregada.

E aí  a coisa muda, ah, que muda.

Para estabelecer sua nova autoridade e sua dominação, a empregada exige uma ato de submissão, de entrega.

Com a patroa ajoelhada e nua diante de si, ela a pega pelos cabelos e exige: beija meu cu.

Olha a carinha de surpresa da ex-arrogante.

O cu, tão íntimo, mas também associado com o que há de errado, com a sujeira.

Mas ela não tem opção.

Quando aquele cheiro forte, inebriante, sexual bate em suas narinas, seu sentimento é ambíguo.

Nojo. Mas também excitação.

Relutante, ela coloca a língua para fora.

Então toca aquela carne rugosa, salgada.

O gosto de fêmea africana, de deusa do ébano invade sua boca.

Invade seu ser.

Agora ela será a escrava, para todo o sempre.

 

A patroa teve que chupar o cu da negra

A patroa teve que chupar o cu da negra

A patroa teve que chupar o cu da negra

A patroa teve que chupar o cu da negra

Chupada de cu com sexo interracial e toques de conflito racial entre mulheres.

Rapaz, é muito fetiche para uma cena só, não?

Pois saiba que tudo do Zebra Girls é assim, polêmico.

1 comentário

    • Dagoberto em maio 3, 2018 às 6:00 pm
    • Responder

    Eita! Muita tesão!

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